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FLORENCE + THE MACHINE

2015-02-13

"HOW BIG HOW BLUE HOW BEAUTIFUL" CHEGA A 01 DE JUNHO

Florence + The Machine

 

Florence Welsh e os Florence + the Machine estão de volta. "How Big How Blue How Beautiful" é o novo álbum da cantora, o terceiro da sua carreira, e chega quatro anos após o anterior "Ceremonials". O disco sai a 01 de junho mas a pré-venda no iTunes já está disponível aqui. Na encomenda, os fãs recebem imediatamente o primeiro single, "What Kind of Man".

O resultado em álbum da nova fase da vida de Florence é "How Big, How Blue, How Beautiful", conjunto de canções escritas e gravadas ao longo de 2014. O disco é produzido por Markus Dravs, que já trabalhou com nomes como Björk, Arcade Fire e Coldplay. Paul Epworth, Kid Harpoon e John Hill são alguns dos convidados. O disco é melodicamente rico, vivo, desconcertante nos momentos certos e poderoso em diversas frentes. Florence nunca soou melhor.

O produtor Markus Dravs, lembra a cantora, gravou alguns álbuns dos Arcade Fire e "Homogenic", da islandesa Björk. Sobre este disco, Florence diz: "É um disco muito importante para mim”. Markus Dravs tem o "equilíbrio entre o orgânico e as capacidades eletrónicas, gerindo bem esses dois mundos". 

"É bom com sons grandes, e eu gosto de sons grandes. É bom com trompetes, e eu quis ter uma secção de metais neste disco", frisa Florence Welsh. Will Gregory, dos Goldfrapp, coordenou um conjunto de músicos que deram uma ajuda a Florence no novo álbum. 

O video de "How Big How Blue How Beautiful" teve estreia ontem à noite. Realizado por or Vincent  Haycock e coreografado por Ryan Heffington, pode ser visto aqui

Florence and The Machine regressam a Portugal no dia 18 de Julho, no âmbito do Festival Super Bock Super Rock.

How Big 

Para Florence Welch, o sucesso dos dois primeiros álbuns de Florence + the Machine ("Lungs", de 2009, e "Ceremonials", de 2011) representou cinco anos de gravações, promoção e digressões. O disco de estreia, distinguido como álbum do ano nos Brit Awards de 2010, foi promovido na estrada até à chegada de “Ceremonials”, álbum nomeado para os prestigiados prémios Grammy. O segundo disco de Florence foi escrito em digressão e gravado logo após o final dos concertos. Os espetáculos estavam a ficar maiores, o cabelo mais vermelho, o sucesso mais intenso e consolidado.

How Blue

Estrela pop desde os 21 anos, e com dois álbuns de sucesso na bagagem, Florence descobriu que, com sete anos de vida ligada à música, alguns elementos da vida real ficaram à margem do quotidiano. Ao regressar de digressão e ao abandonar a casa da sua mãe, em Camberwell, Londres, Florence redescobriu o que é uma vida normal: sair à noite, apaixonar-se e desapaixonar-se, cuidar de si mesma fora da bolha fechada que é a vida em digressão.

"Embora sempre tenha lidado com a fantasia e a metáfora na minha escrita, desta vez as músicas estão muito mais ligadas à realidade. "Ceremonials" estava muito ligado à morte e à água, e à ideia da transcendência pela morte, mas o novo álbum acabou por se transformar sobre aprender a viver e amar no mundo em vez de tentar escapar dele. O que acaba por ser assustador porque não me estou a escudar atrás de nada. Mas senti que era algo que devia fazer", diz a cantora e compositora sobre o novo disco.


How Beautiful

O resultado em álbum da nova fase da vida de Florence é "How Big, How Blue, How Beautiful", conjunto de canções escritas e gravadas ao longo de 2014. O disco é produzido por Markus Dravs, que já trabalhou com nomes como Björk, Arcade Fire e Coldplay. Paul Epworth, Kid Harpoon e John Hill são alguns dos convidados. O disco é melodicamente rico, vivo, desconcertante nos momentos certos e poderoso em diversas frentes. Florence nunca soou melhor.

O produtor Markus Dravs, lembra a cantora, gravou alguns álbuns dos Arcade Fire e "Homogenic", da islandesa Björk. Sobre este disco, Florence diz: "É um disco muito importante para mim". Markus Dravs tem o "equilíbrio entre o orgânico e as capacidades eletrónicas, gerindo bem esses dois mundos". 

"É bom com sons grandes, e eu gosto de sons grandes. É bom com trompetes, e eu quis ter uma secção de metais neste disco", frisa Florence Welsh. Will Gregory, dos Goldfrapp, coordenou um conjunto de músicos que deram uma ajuda a Florence no novo álbum. 

Uma canção, "Ship to Wreck", foi escrita por Kid Harpoon, compositor e produtor que já havia escrito com Florence "Shake it Out", do anterior disco. Já o produtor desse anterior disco, Paul Epworth, ajudou a conceber a faixa que encerra a novidade, “Mother”, canção que fecha o disco numa toada entre o psicadélico e o blues.
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